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OktoberFest 2007

4 out

Update

OktoberFest Blumenau 2007

Serviço:

24ª Oktoberfest – Em Blumenau, de 04 a 21 de outubro, na Vila Germânica.

Chope fica em R$ 3,75

Ingressos a R$ 10 para as sextas, sábados e dias 11 e 12.

Nos demais dias, os ingressos custam R$ 5. 

Acompanhe a festa pelo Blog da OktoberFest Blumenau, clique aqui.

Fonte: Site Oficial da OktoberFest Blumenau 2007

Jardim de Outubro – OktoberFest 2007

3 out

Oktober Fest Blumenau 2007 – Apdate.

O primeiro barril traz as novidades 

Festa argentina inspira ritual de abertura da Oktoberfest, mas Vila Germânica mantém sigilo.

BLUMENAU – Falta um dia para o início da 24ª Oktoberfest. A organização do Parque Vila Germânica fará hoje os últimos ajustes no local para receber os foliões. A sangria do primeiro barril, amanhã à noite, deverá ser a primeira novidade aberta ao público.Segundo o diretor de Promoções da Vila Germânica, Ivo Dickmann Júnior, a organização da festa trocou idéias com a Oktoberfest de Villa General Belgrano, na Argentina, e decidiu criar um estilo próprio para liberar o primeiro copo de chope.

- A Argentina sangra o primeiro barril de uma forma diferente. Não é apenas colocar chope no copo. Nós decidimos fazer um estilo próprio também – conta Dickmann.

Na Oktoberfest de Villa General Belgrano, o primeiro barril jorra chope no público, mas a organização de Blumenau não informa como será a versão brasileira. A novidade, por enquanto, é segredo.

No Parque Vila Germânica, a quarta-feira será também de limpeza. Segundo o diretor-presidente do parque, José Carlos Oeschler, a decoração está quase pronta e o chope da Brahma deverá chegar no início da noite.

3359066_oktober.jpg Quase pronto está também o Biergarten, uma das novas atrações da festa. O espaço, localizado em frente ao Setor 1, terá palco com área de alimentação e espaço para 400 pessoas sentadas. O Biergarten oferecerá os chopes Eisenbahn, Bierland e Das Bier, além das cervejas importadas da Europa.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

EXPOSIÇÃO RETRATA 55 ANOS DE ATUAÇÃO DO BNB NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

30 set

EXPOSIÇÃO RETRATA 55 ANOS DE ATUAÇÃO DO BNB NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

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Constituída de fotos, vídeos e documentos do Acervo Histórico do Banco, exposição mostra passagens marcantes da evolução econômica do Nordeste.

(Fortaleza, 27 de setembro de 2007) – “BNB 55 anos – O Desenvolvimento é a nossa História” é o tema da exposição que será aberta no próximo dia 2 de outubro, no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

A mostra, que fica em cartaz até o dia 11 de outubro, será inaugurada em solenidade marcada para as 18 horas, com a presença do presidente do Banco do Nordeste, economista Roberto Smith, e de parlamentares da bancada nordestina, dentre outras autoridades.

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A exposição, marco dos 55 anos de criação do Banco do Nordeste do Brasil, reúne fotos, vídeos e outros documentos históricos, levando seus visitantes a um passeio por momentos marcantes da história do maior banco de fomento regional da América Latina.

Dentre as atrações, vídeos de dois programas “Amaral Neto – O Repórter”, do início da década de 1970. Um deles, com locução de Cid Moreira, é uma viagem pelo Nordeste, apresentando suas potencialidades.

No outro, Amaral Neto mostra projetos financiados pelo Banco e entrevista o economista Rubens Costa, presidente do BNB de 1967 a 1971, destacando o financiamento do Banco para a infra-estrutura das grandes cidades do Nordeste.

A exposição traz, ainda, documentos históricos como o primeiro estudo sobre a economia do Nordeste, elaborado e publicado pelo BNB, por meio do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), e diversos documentos relativos à criação do BNB.

Criado no segundo governo Vargas, em 1952, o Banco do Nordeste afirmou-se ao longo dos anos como instituição especializada na formulação, financiamento e execução de programas e projetos de desenvolvimento econômico para a Região, visando integrar o Nordeste à dinâmica econômica, social e cultural do País – o que lhe assegurou a posição de principal agente financeiro do Governo Federal para a Região.

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A
Ambiente de Comunicação Social
Fone: (85) 3299-3149 / 3464.3196

Fonte: Luciano Sá

www.bnb.gov.br

Participe do Prêmio BNB de Jornalismo em Desenvolvimento Regional

Edição 2007.

R$ 122 mil em prêmios para profissionais e estudantes.

Matérias publicadas até 31.12.2007.

Inscrições até 11/01/2008.

Para maiores informações acesse: www.bnb.gov.br

Comemorações do 50º Aniversário do Vulcão dos Capelinhos

27 set

Vulcão dos Capelinhos 

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Comemorações do 50º Aniversário do Vulcão dos Capelinhos.

No dia 27 de Setembro de 1957 iniciou-se uma erupção submarina ao largo do Farol dos Capelinhos, na Ilha do Faial.  

O Vulcão dos Capelinhos, para além de constituir um marco histórico da vulcanologia mundial, pelos estudos e ensinamentos que proporcionou, marcou decisivamente a história de uma Ilha e de uma Região. 

Com o intuito de preparar dignamente as comemorações do 50.º Aniversário do Vulcão dos Capelinhos, foi constituída uma Comissão de Honra, presidida pelo Presidente do Governo da Região Autónoma dos Açores e uma Comissão Executiva, coordenada pela Direcção Regional do Ambiente.  

A Comissão Executiva reúne e integra diversos organismos do Governo Regional dos Açores, das forças vivas da Ilha do Faial e do mundo da ciência. Como resultado, preparou-se um extenso e aliciante programa de actividades específico para estas comemorações. Entre outras actividades, preparam-se diversos livros, programa de televisão, peças de teatro, concertos musicais, palestras. 

As comemorações decorrerão entre 27 de Setembro de 2007 (50 anos após o início da erupção) e 24 de Outubro de 2008 (50 anos após o adormecimento do vulcão), com grande visibilidade não só ao nível da Região, como a nível Nacional e Internacional. 

Visite o site Oficial do Evento.  

www.vulcaodoscapelinhos.org

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A História do Vulcão.  

Vulcão dos Capelinhos, situa-se na Ponta dos Capelinhos, freguesia do Capelo, na Ilha do Faial, Região Autónoma dos Açores.  

O nome Capelinhos deve-se à existência de 2 ilhéus chamados de “Ilhéus dos Capelinhos”. Insere-se no complexo vulcânico do Capelo, constituído por cerca de 20 cones de escórias e respectivos derrames lávicos, ao longo de um alinhamento vulcano-tectónico de orientação geral WNW-ESE.  

O vulcão manteve-se em actividade entre Setembro de 1957 e Outubro de 1958. A crise sísmica associada à erupção vulcânica e a queda de cinzas e materiais de projecção provocaram a destruição generalizada das habitações e dos campos das freguesias do Capelo e da Praia do Norte.  

Hoje em dia, o Vulcão dos Capelinhos encontra-se “inactivo”. No seu Cabeço Norte, existe uma pequena fenda que é o respiradouro do vulcão. Toda esta área foi constituída área de paisagem protegida de elevado interesse geológico e biológico, faz parte da Rede Natura 2000. 

 536630-med_11.jpg O Farol dos Capelinhos, será transformado num miradouro, e junto deste, ficará instalado o Centro Interpretativo do Vulcão. Próximo situa-se o Museu Geológico do Vulcão, inaugurado em 1964, que documenta toda a sua actividade eruptiva.  

Crise sismo-vulcânica e Erupção

De 16 a 27 de Setembro de 1957, registou-se uma crise sísmica na ilha com mais de 200 sismos, de intensidade não superior a grau 5 da Escala de Mercalli 

No dia 21 de Setembro de 1957, a água do mar começou a fervilhar. Três dias depois, a actividade aumentou intensamente havendo emissão de jactos negros de cinzas vulcânicas com cerca de 1 000 metros de altura (atingindo a altitude máxima de 1 400 metros) e uma nuvem de vapor de água que subia por vezes a mais de 4 000 metros.  

A 27 de Setembro, teve início pelas 6 horas e 45 minutos, uma erupção submarina a 300 metros da Ponta dos Capelinhos.

A partir de 3 de Outubro, a emissão de gases e as explosões de piroclastos, ainda que violentas passaram a ser menos freqüentes. Estas foram rapidamente sucedidas por explosões violentas, atirando autênticas bombas de lava e grandes quantidade de cinzas para o ar, enquanto que, por baixo correntes de lava escorriam para o mar. A erupção evoluiu formando primeiro uma pequena ilha a 10 de Outubro, chamada de “Ilha Nova” (e ainda, “Ilha do Espírito Santo” ou “Ilha dos Capelinhos”), com 800 metros de diâmetro e 99 metros de altura, ficando com a cratera aberta ao mar. Esta primeira pequena ilha se afunda no fim do mês.  

Em princípios de Novembro, a erupção recomeçou e formou uma nova ilha. Com a formação de um istmo, no dia 12, a pequena ilha liga-se à Ilha do Faial.  

Carlos Tudela, repórter da RTP munido da sua câmara de filmar, desembarca na ilha recém-nascida (na vertente do vulcão activo), acompanhado do jornalista Urbano Carrasco, do Diário Popular, arriscando as suas vidas num pequeno barco remado por Carlos Peixoto, para colocar a Bandeira Nacional nas cinzas basálticas da “Ilha Nova”.  

Em Novembro de 1957, aumentou progressivamente a actividade atingindo o seu máximo na primeira quinzena de Dezembro, surgindo um segundo cone vulcânico. A 16 de Dezembro, depois de uma noite de chuvas torrenciais e abundante queda de cinza, cessou a actividade explosiva e começou a efusão de lava.  

No início de 1958, o reporter da revista National Geographic, John Scofield, e o famoso fotógrafo, Robert F. Sisson, passaram um mês documentando as várias fazes da erupção. (Ref.ª National Geographic, Junho de 1958)  

Em resultado da erupção de Maio a Outubro de 1958, a área da ilha aumentou em 2,50 km². Actualmente, essa área ficou reduzida a cerca de metade devido à natureza pouco consolidada das rochas e à acção das ondas.  

(Ref.ª Actividade vulcânica do Faial – 1957 a 1967, Frederico Machado e Victor Forjaz, Comissão de Turismo do Distrito da Horta, Porto, 1968; Vulcão dos Capelinhos – Retrospectivas, Vol. 1, Victor Forjaz, Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores, São Miguel, 1997).  

Fonte: Wikipédia

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