Pai herói

Herói para sempre

Quantas vezes fiz gazeta
Deixando de ir à escola
Os livros faziam a baliza
Do gostoso jogo da bola.

Chegava em casa suado
Alegando atraso do bonde
A caneta ainda nova,
Perdia-a, não sei onde.

No lugar do estalo seco
Da ponta do velho couro
No rosto sentia o calor
Do afago contendo ouro.

Mas um dia a vida cessou
E sua alma, levou a morte
E eu, que pude conhece-lo,
Agradeço a Deus esta sorte.

Sinto falta das palavras
E daquela bronca que dói
Descanse ao lado dos anjos,
Meu PAI amigo, meu herói.

Nós podemos fazer a diferença na verdade do futuro.

Haroldo P. Barboza
Autor do livro: Brinque e cresça feliz

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