CUIDADO COM O QUE VOCÊ OLHA!


Traduzido por Silvio Persivo

O texto abaixo retirado no original do The Economist me foi passado pelo botafoguense e irmão de naturalidade arranjada, o carioca paraense, Luiz Carlos Marques, mas, como veio num e-mail que não conseguia abrir, só agora, tive condição de fazer uma tradução e, creio, que o assunto não perdeu a originalidade, daí aviso para vocês: cuidado! Principalmente os neuróticos que adoram surfar em busca de pornô: as curvas que vocês vêem podem lhe custar muito caro!

As imagens ensangüentadas e eróticas podem afetar sua visão

É verdade. A pornografia pode deixá-lo cego. Olhe um retrato manchado e, de acordo com a pesquisa por Steven Most, da universidade de Yale, e seus colegas, você sofrerá de uma condição cegueira provisória conhecida como “quase-cegueira” (blindness) de emoção-induzida.
O Dr. Must fez esta descoberta ao estudar o efeito rubbernecking (quando as pessoas fixam olhar para baixo depois de um acidente de carro). Rubbernecking representa um lapso sério da atenção à estrada, mas foi adiante e quis saber qual a reação inicial que as cenas sangrentas causar descobrindo que podem originar lapsos menores. A resposta encontrada foi a de que quando as pessoas olham imagens sangrentas e também eroticas não processam imediatamente o que vêem, porém só mais tarde. Este período do cegueira dura entre vinte a oitenta décimos de segundo. Pode parecer pouco, porém isto é suficientemente longo para alguém excitado por um out-door erótico ou uma imagem chocante causar um acidente.
Os pesquisadores conduziram duas experiências. Na primeiro, os resultados experimentais, que serão publicado no boletim mensal Psychonomic Bulletin and Review , mostram uma seqüência das imagens. Algumas destas imagens eram sangrentas (os ferimentos violentos e corpos mutilados) e outras eram fotografias das paisagens e de edifícios e coisas que foram pensadas para ser emocionalmente neutras. Aos observadores foram pedidos para prestar atenção para as cenas que eram giradas, sem ser dito o que estava nele. Entre o retrato do horror e os eróticos estavam dois a oito retratos neutros. Mais próximo os retratos cinzas não eram alvos, mas sua inserção era para manchar os alvos para observar as reações. Quando os retratos sangrentos foram substituídos pelos eróticos os resultados eram os mesmos.
O Dr. Must pensa que a explicação mais provável para esta cegueira provisóriaé que há um engarrafamento no processo informacional (bottleneck information-processing) no cérebro quando são apresentados estímulos muito fortes. Quando o cérebro humano estava evoluindo, tais estímulos não seriam imagens bidimensionais, mas, hoje, fazem parte do mundo real. As cenas teriam valor para a sobrevivência (isto é”será que não sou eu o seguinte?”), quando eróticas seriam avaliadas em razão da reprodução.
Prestar atenção na paisagem seria uma distração.
Na idade da fotografia, a imagem não é mais uma distração tendo se incorporado à paisagem se o indivíduo estiver viajando na velocidade normal de um carro, porém uma imagem forte pode causar distração e ser fatal. Assim a equipe realizou uma segunda série das experiências, ainda não publicada, para descobrir se as pessoas poderiam cancelar estaCegueira provisória de emoção-induzida se usando o que se chamaram de rather grandiloquently, ou seja, “uma estratégia attentional” (IE, focalizar mais fortemente na imagem do alvo). Isto foi arranjado pedindo que as pessoas observem não uma fotogirada, mas uma foto girada de um edifício, na mesma disposição das imagens. A comprovação de que prestaram a atenção ao índice e à orientação importava em que focalizaram mais fixamente as imagens. Como os pesquisadores esperavam, nesta versão da experiência as pessoas reagiam, na média, melhor manchando a imagem alvo.
Mas essa média escondeu algumas diferenças interessantes que dependeram das personalidades envolvidas. Os pesquisadores descobriram que os mais neuróticos possuem maior dificuldade e em controlar sua atenção, assim examinaram, em particular, os neuróticos numa escala que possibilitou correlacionar os seus resultados (The harm-avoidance scale). A escala, que poderia ser entendida em português como capacidade de esquivar-se do dano, é uma medida da reação de uma pessoa aos estímulos negativos ou medos. Encontraram que quanto menor a contagem nesta escala mais bem sucedidas eram as pessoas em evitar problemas. Esta informação pôde ser útil ao considerar a confiabilidade das testemunhas aos crimes.

OBS.: Pornografia mesmo. A imagem da Juliana Paes mostrada acima não. É de uma beleza plástica que faz jus a Ju, uma mulher sem dúvida sedutora. Não dou o crédito porque obtive por vias indiretas que não concediam o crédito devido.

Enviado por e-mail pelo amigo Luiz Carlos Marques

Créditos:
http://persivo.blogspot.com/

http://www.silviopersivo.blogspot.com/

http://lcmarques.blogspot.com/

3 comments

  1. Fui lá Elaine no seu outro blog, mas não consegui ,deixar meu coments,mas como não estou com meu pc , vou colocar seu link , assim que meu pc estiver de volta semana que vem ,por enquanto ta 1/2 complicado, estou com outro , até chegar o meu .
    Esse pc provisório, não tem a placa de rede ,do meu provedor a cabo .
    Até que semana que vem , eu acho , volto a blogar normal e visitar todos vc s e postar tbm .
    òtimo final de semana amiga🙂
    Beijo

  2. A Juliana Paes, a Sheila Melo e algumas outras, não existem, na verdade são virtuais.
    Tudo aquilo que não posso sentir com nenhum outro sentido que não seja a visão não existe, é pura ficção.

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