A Escolta – 2ª parte

Olá, segue dois informativos, um pequeno texto e perfil de dois dos doze homens da Escolta.

HERMES TRIMEGISTO, (Três Vezes Sábio) Sacerdote de Tebas, interprete das vontades do Deus Sol Osíris e de sua amada Deusa Lua Isis.

Reverenciado pelos Sacerdotes do Grande Templo, como Zoroastro entre os persas.

Chamavam-no também de Thoth; e seus sacerdotes sempre sustentaram que foram os caracteres hieroglíficos que gravou nas colunas que erigiu e nos livros sagrados que deram origem a toda filosofia e saber humanos, bem como a toda sabedoria oracular.

Lombroso

Lombroso – Personalidade Criminosa

No século XVIII a idéia do criminoso nato transformou-se numa hipótese cientificamente estudada pela Frenologia, fundada por Gall, que estudava o carácter e as funções intelectuais do Homem a partir da conformação do crânio, pressupondo que o cérebro é a sede da alma. Muitos autores da época embasavem essa tendência biológica do criminoso, como por exemplo, Lavater, Joseph, Caldwell, Spurzheim e Broca.

Embora alguns tenham estudado sujeitos criminosos, nenhum autor ficou tão célebre como Lombroso (1901), que juntamente com os seus discípulos Ferri e Garofalo, desenvolveu toda uma teoria que relacionava o crime com características corporais, acreditando que existia um tipo antropológico distinto que definia o «criminoso nato», sendo este um indivíduo propenso a praticar determinados crimes, e não um doente (que se podia curar) ou um culpado (que se podia castigar).

Deste modo definiram não só os sinais físicos (ex.: nariz torcido, molares salientes, estrabismo), como também os sinais psíquicos, como a ausência de sensibilidade moral, manifestações de vaidade, etc, dizendo que o criminoso seria um tipo atávico, isto é, um indivíduo no qual haveria uma regressão ao Homem primitivo ou mesmo a formas pré-humanas.

A teoria de Lombroso foi muito criticada pelos seus métodos e conclusões, tendo contudo a grande vantagem de iniciar a aplicação das abordagens biológicas no estudo do crime, nível que dominou até cerca de 1940, dando em seguida lugar às abordagens de tipo psicológico até cerca de 1960, e posteriormente às de tipo sociológico. A partir de 1980, constatando-se o fracasso de cada uma destas abordagens na explicação isolada que apresentam, assiste-se à revalorização das abordagens biológicas, não enquanto dado isolado mas integradas noutras perspectivas e essencialmente em articulação com o actual paradigma científico

Visite também www.psiqweb.med.br/forense/crime.html

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