120 HORAS – O THRILLER BRASILEIRO CHEGA A SÃO PAULO

O THRILLER BRASILEIRO
CHEGA A SÃO PAULO

Dando prosseguimento ao lançamento do “super-thriller” 120 HORAS (Editora Planeta), o escritor LUIS EDUARDO MATTA abrirá o ano de 2006 com uma noite de autógrafos do livro em São Paulo.
Será no dia 10 de janeiro, às 19:30hs na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos – Av. Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo/SP. Tel: (11) 3024-3599.

Na ocasião haverá também uma mesa redonda, organizada pela Editora Planeta e pelo portal de cultura Digestivo Cultural.com sobre literatura de entretenimento e de suspense no Brasil.

Luis Eduardo Matta (Rio de Janeiro, 1974), autor do best-seller Ira Implacável (2003) é uma das vozes mais criativas e originais da nova literatura nacional e o único escritor de suspense não-policial em atividade no Brasil. A Editora Planeta convida você, leitor e amigo do livro, a conhecer a obra deste notável escritor que, além de um talentoso ficcionista, é dono de uma inteligência radiosa e contagiante e, como se isso não fosse o bastante, é uma simpatia de pessoa.

Saiu na Imprensa:

Jornal do Brasil / Data: 18/12/2005
120 horas de diversão
Paulo Polzonoff Jr

A discussão foi posta na mesa: 120 horas, de Luis Eduardo Matta (Planeta), é literatura brasileira? Argumento vai, argumento vem e a conclusão a que chegamos é negativa. 120 horas não é literatura brasileira – e este é um dos seus principais méritos, mas não o único. A confusão, contudo, é o maior empecilho para que o romance seja admirado como o que ele é: um thriller sem nacionalidade. É pena.
O gênero é desprezado no Brasil. Os escritores com atestado de brasilidade preferem escrever a Grande Obra, que, no entanto, nunca é escrita. Livros de suspense ou policiais são vistos como subliteratura. Isto porque os livros de suspense, em geral, são cheios de clichês e personagens ralos. Não são dados a elucubrações existenciais. Ora, como se a literatura brasileira também não estivesse cheia de clichês os mais abomináveis. A questão, aqui, é de autocrítica e também de um pouco de escárnio. Afinal, qual dos clichês é pior?
120 horas tem, sim, todos os clichês inerentes ao gênero. É sua maior qualidade. Luis Eduardo Matta não reinventa, apenas reproduz. Pode-se deduzir daí que se trata de uma literatura preguiçosa, mas acho que é mais uma literatura cuja pretensão não é ser original. Há uma diferença. A pretensão de não é ser original.
120 horas é divertir, é guiar o leitor por suas quatro centenas de páginas com rapidez, dando a ele tensão e, principalmente, a ilusão de que o desfecho será outro que não o esperado. Leia mais no site da livraria cultura.

Fonte: Maria Cláudia (Assessoria de Imprensa)

One comment

  1. Vi o nome do meu Blog relacionado por você como destaque de 2.005, fiquei todo vaidoso de ser companheiro do Marcelo, da Santa e da Lata Mágica.
    Seu coração é generoso e sua amizade para comigo é a melhor crítica para meus post.
    BJS

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