TALENTOS DO BRASIL

Jorge Luis Sant’anna Vercilo, libriano, carioca, nascido em 11 de outubro de 1968, em Botafogo e criado na praia do Leme, começou na música por incentivo de sua tia Lêda Barbosa aos 17 anos, depois de “desviado” dos treinos de futebol no Flamengo, por uma fita cassete contendo músicas de Djavan.

Em 1989, ainda no início de sua carreira, defendeu o Brasil no Festival Internacional de Trovadores, Itrofesticur, em Curaçau, no Caribe. Alcançou o primeiro lugar com a canção “Alegre”, de sua autoria, recebendo também o prêmio de melhor intérprete. Este reconhecimento, em nível internacional, como compositor e cantor, demonstrou claramente que o seu destino estava traçado e a música brasileira ganhava um novo e promissor representante.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Em 1993 gravou o primeiro CD “Encontro das Águas”, lançado pela gravadora Continental em 1994. Este disco é um retrato das tendências que o influenciaram inicialmente. Com um trabalho acústico voltado para os sons nacionais, promove um verdadeiro “Encontro das Águas”, apresentando vários ritmos, tais como Samba, Afoxé e até mesmo a Salsa. Um trabalho imperdível para quem curte MPB e acompanha sua talentosa carreira. No disco estão músicas que foram tema em novelas, tais como “Encontro das Águas” em “Mulheres de Areia” e “Praia Nua” em “Tropicaliente”.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Em 1996 gravou o segundo CD “Em tudo que é Belo”, também pela Continental. Nele apresentam-se composições sintonizadas com a moderna MPB, trazendo ritmos como o Charme e fusões com a música oriental, bem como incursões no Reggae (em “Fácil de Entender”). É um trabalho eclético que bem caracteriza as tendências atuais, no entanto, sem perder nunca o compromisso com a Qualidade. Neste disco também são encontradas músicas que foram temas de novelas como “Raios da manhã” em “O Fim do Mundo” e “Infinito Amor ” em “A Indomada”.

Em 1997, Jorge foi indicado para o prêmio “Sharp” como melhor cantor pop e foi apontado por Mariozinho Rocha, diretor musical da TV Globo, e Nelson Motta, produtor de renome internacional, como um dos mais promissores talentos da nova geração da Música Popular Brasileira. Jorge Vercilo ainda marcou presença com a música “Amanheceu” no Festival da Música Brasileira, promovido pela Rede Globo em 2000, se destacando como um dos grandes nomes da nova MPB.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Ainda em 2000, Jorge Vercilo realizou o antigo sonho de gravar um dueto com o ídolo Djavan. Os dois cantam juntos em “Final feliz”, música de trabalho do CD “Leve”, lançado numa produção independente, após seu desligamento da gravadora Continental.

O CD “Leve” foi sucesso nacional. Pela primeira vez em sua carreira, o CD trazia canções de outros autores como “Apesar de Cigano” (Altay Veloso e Aladim), “Quando a noite chegar” (Paulo Façanha e Beto Paiva) e “Beatriz” (Edu Lobo e Chico Buarque). Outro grande sucesso foi a música “Avesso”, uma composição que aborda de maneira respeitosa um tema bastante polêmico que é a sexualidade humana.

Em 2001, assinou com a EMI Music que lançou o single “Final Feliz” com as versões solo, black mix e final ferraz black mix, além de relançar o album “Leve”. “Final Feliz” fez sucesso também na voz de Alexandre Pires e a galera do Só Pra Contrariar, no CD ao vivo com a participação especial de Caetano Veloso, nesta música.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Em 2002, lança “Elo”, seu quarto álbum, grande marco na sua carreira, o álbum foi destaque e o primeiro single “Que Nem Maré” conseguiu ficar semanas em primeiro lugar nas paradas, alavancando as vendas do álbum e promovendo as outras músicas, como o single seguinte “Homem-Aranha”. Desse álbum foram também utilizadas “Fênix” (parceria com Flávio Venturini) para trilha sonora da série “A Casa das Sete Mulheres” e “O Reino das Águas Claras” que foi feita sob encomenda por Máriozinho Rocha para a nova versão do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Jorge Vercilo participou da gravação do álbum de Jorge Aragão, “Jorge Aragão Convida – Ao Vivo”, cantando junto do poeta do samba sua composição “Encontro das Águas”. No ano de 2003 foi lançada a coletânea “Perfil”, trazendo alguns sucessos da carreira do cantor, além de versões remixes de alguns singles e a nova “Um Segredo e Um Amor” que só havia sido lançada na trilha da novela “Cara e Coroa”.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Em 2003, Jorge Vercilo lançou seu quinto álbum,”Livre”, em versões CD e DVD, e já teve um sucesso no seu lançamento, a música “Monalisa”.

Novas versões de suas músicas são gravadas para novelas e músicas inéditas gravadas por outros artistas, Nalanda – caloura do programa “Fama” da Rede Globo – gravou “Sensível Demais” para a novela “Chocolate com Pimenta”, Lulu Joppert com “Olha e Não me Olha” para a novela “Celebridade”, o grupo de pagode Adryanna e A Rapaziada com a música “Quando a gente briga” composta por Jorge Vercilo, a cantora Carla Cristina (ex-As Meninas) regravou “Contraste” do novo álbum do cantor e Angélica, no filme “Um Show de Verão” canta a inédita “Futuro Azul”, que foi composta em parceria com Maurício Mattar.

Em 2004, Jorge participou da gravação do hino “Fome Zero”, ao lado de outros grandes nomes da música popular brasileira. Participou também dos DVDs ao vivo de Ivan Lins e Pepeu Gomes.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket Em 2005, Jorge Vercilo lançou seu sexto álbum, “Signo de Ar”, com duas músicas de trabalho simultaneamente nas rádios,”Ultra-Leve Amor” e “Ciclo”, que ainda fez parte da trilha sonora da novela “A Lua Me Disse”.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket No ano de 2006 Jorge Vercilo gravou seu DVD ao Vivo no Canecão, Rio de Janeiro.

PRÊMIO TIM 2007 “Jorge Vercilo recebeu pela segunda vez consecutiva o prêmio de melhor Cantor por voto popular!!

Fonte: Site Vercilando.

Fênix-(Jorge Vercilo / Flávio Venturini)

Eu,
prisioneiro meu
descobri no breu
uma constelação
Céus,
conheci os céus
pelos olhos seus
Véu de comtemplação
Deus,
condenado eu fui
a forjar o amor
no aço do rancor
e a transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Vou
entre a redenção
e o esplendor
de por você viver
Sim,
quis sair de mim
esquecer quem sou
e respirar por ti
e assim transpor as leis
mesquinhas dos mortais

Agoniza virgem Fênix
(O amor)
entre cinzas, arco-íris e esplendor
por viver às juras de satisfazer
o ego mortal

Coisa pequenina,
centelha divina,
renasceu das cinzas
Onde foi ruína
pássaro ferido
hoje é paraíso
Luz da minha vida,
pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas

Quando o frio vem
nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
a luz da escuridão
e a dor revela a mais
esplêndida emoção
O amor

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